Jesus teve a morte mais cruel de todas que temos notícia. Nenhum criminoso que saibamos à época, fora até então sacrificado com os requintes de perversidade e ódio em praça pública aos quais Ele se submeteu. “Suor de sangue, que lhe cobriu todo o corpo e correu em grosas gotas até a terra”. (Lc 22, 43). A praça de outrora, hoje também mata Marias, Clarices, Andersons e Marielles, entre outros sem número de anônimos que elevam os índices das mortes atrozes em nosso país e no mundo. Hoje, morrem pelo ataque violento ao corpo, à honra e à memória. Mortes que dilaceram mas que também humilham, famílias e amigos, assim como O humilharam e a sua mãe e a seus discípulos, colocando à prova a própria fé. Todos carregamos nossas cruzes, a exemplo do que Jesus nos ensinou. Também com Ele aprendemos a renascer e termos a fé ao nosso lado. Por que O mataram? Por defender Maria Madalena? Alimentar os famintos? Curar os enfermos? Se opor aos orgulhosos, e conceder graça aos humil...
Parabenizo ao Departamento de Atenção Básica, da Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde (DAB/SAS/ MS) pela iniciativa de publicar o livro Memórias da Saúde no Brasil, com artigos e relatos dos pioneiros do Programa Saúde da Família no país. O lançamento do livro ocorreu no dia 13/12, em Brasília, durante a III Reunião Anual da Rede de Pesquisa em Atenção Primária à Saúde, realizada em parceria com a Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (ABRASCO). Aqui você encontra o livro na íntegra para sua leitura.
Brasília já entrou na folia . Os bloquinhos com fantasias, confetes e serpentinas, anunciam a festa do Rei Momo e sua Rainha. As fantasias do pierrô ( pierrot ) e da colombina, herança da Itália e França, são vistas nas ruas, embaladas por tantas outras marchinhas, sambas e frevos, vindos dos quatro cantos do país. Do Rio de Janeiro, com os desfiles das escolas de samba, Salvador com os trios elétricos, Recife, com seu tradicional bloco "O Galo da Madrugada", Olinda, com seus bonecos gigantes, que, juntos, conformam as caras e feições de uma das maiores manifestações espontâneas e populares do Brasil... “... ou abre alas, que eu quero passar”. E por falar em Olinda, Dom Helder Câmara repetia sempre que “o Carnaval é a alegria popular. Uma das raras alegrias que ainda sobram para a minha gente querida.” Fonte: http://queroimagem.blogspot.com.br/2015/02/mascara-de-carnaval-em-png.html Nos lembrava, vez ou outra, sobre a pergunta de um jornalista: “Peca-se m...
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